5 de dez. de 2008

Pacato X Gato-guerreiro

Mexe com quem tá quieto?!
Eis a conversa:
-Ei, Lúdica, quando é que você vai virar mulherão?
-Como assim? (virei homem por acaso?)
-É, se você usasse uma roupas mais decotadas, se maquiasse, soltasse o cabelo...
-O que tem a ver uma coisa com a outra? (tá me irritando)
-Tem que seu visual é pacato, você usa um casaquinho de beata e tem cara de menininha!
-("casaquinho de beata"? Agora fui ofendida) Entendi, então pra você, ser mulherão é ser piriguete? Meu bem, vou continuar sendo essa mulherzinha mesmo e tá bom assim. Se tu quer ver piriguete, tem um monte lá no Conic pra você se fartar. E pra seu governo, eu sou muito mulher, quando e com quem tem que ser. (Touché).

15 de nov. de 2008

Dado na cara!


A história toda vocês já sabem. Daí, eu fico pensando: quem em sã consciência leva um tremendo de um safanão do próprio namorado, desmarca casamento e desiste de um filho e uma semana depois já tem cabeça fresca pra chegar em outro carinha? Essa mulher só pode fazer força pra ser doida ou tem o metabolismo acelerado. Primeiro: olha o figurinha que ela foi escolher pra namorar. Analisemos. O cara é um sem talento pra nada. Ruim como ator(tá na Record?), péssimo como cantor (lembra de alguma música dele?), tem cara de mequetrefe (aquele cabelinho de lado, taqueopareu!), briga e esmurra quem (e o que) vê pela frente, tem passagem pela polícia e ainda por cima, tem uma mãe com nome de pepino, sei lá. Vai entender?!. Tem mais é que ficar na cadeia mesmo, pra aprender a deixar de ser mequetrefe! Ela também, vou te falar, ô mulézinha sem eira nem beira. Analisemo-la, então. Carreira fuleira de atriz, não tem o que dizer (adora causar polemicazinhas forçantes), é rodadíssima (daquelas que vai chegar aos 50 ainda testando tudo e todos), traiu o Rodrigo Santoro com um sei lá quem (doida), cabelinho mequetrefe, corzinha mequetrefe. Enfim, menos um mequetrefezinho nesse mundo!

Preguismorto

Preguiça mata! Isso é fato. A preguiça mata mais que o cigarro e a bebida, juntos, outro fato. A preguiça alheia mata muito mais, porque é contagiosa. As pessoas não reagem por preguiça. Não amam seus filhos, seus pais, por preguiça. Preguiça de andar 10 metros e atravessar na faixa. Preguiça de pisar no freio, preguiça de desacelerar. Elas têm preguiça de pensar grande, pensar pequeno, de pensar. Preguiça de mudar de profissão, mudar de rumo, experimentar. Preguiça de pedir a separação. Preguiça de emagrecer, de envelhecer. E por terem preguiça de sair do lugar, culpam o acaso, o destino por sua preguiça. São preguiçosas demais para morrer e também para viver. Sugestão, comecem a mudar a letra daquele samba para: viver e não ter a preguiça de ser feliz, cantar e cantar e não ter a preguiça de ser um eterno aprendiz!

11 de nov. de 2008

Tente isso com abacaxi

Olha que mimoso esse artigo da Istoé.
As terapias alternativas têm ganhado terreno em jardins, hortas e plantações orgânicas.
Para os especialistas, plantas doentes respondem melhor à homeopatia, enquanto o crescimento estagnado e a ausência de flores e frutas devem ser tratados com acupuntura, que consiste na aplicação de agulhas ou pregos nas intersecções dos galhos (a melhor acupuntura vegetal que eu conheço é picanha acebolada). "A escolha do medicamento e da aplicação é muito criteriosa e específica, porque é preciso avaliar quais fatores levaram a planta a se ressentir", afirma uma das especialistas. (Planta ressentida? Talvez ela saiba que vai virar salada e tenha entrado em depressão por causa disso. Dúvida que não quer calar: o tomate é vermelho porque tá estressado ou tá com vergonha de ser espetado? Melhor levá-lo ao psicólogo).



10 de nov. de 2008